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São Luís Maria de Montfort

Neste dia 28 de abril celebramos a memória de São Luís Maria de Montfort, para os Monfortinos, esta data é celebrada como Solenidade.

Rezemos pedindo a intercessão de São Luís Maria de Montfort.

Ó Deus, que acendestes em são Luís Maria o desejo de anunciar vosso Evangelho aos povos, concedei-nos, por sua intercessão, que, conduzidos por Maria, sejamos dóceis ao vosso Espírito e nos convertamos em apóstolos incansáveis de vosso Reino, atendendo com solicitude fraterna o clamor dos pobres. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém

Conheça um pouco da vida de nosso fundador.

 

Semana Santa

Já estamos à porta daquela que é entre todas as semanas a mais santa, pois nela celebramos o mistério da nossa fé. Durante 40 dias fomos convidados a empreender com decisão um caminho de conversão, de mudança interior. E isso é algo que todos precisamos reconhecer com uma humildade que muitas vezes nos custa a todos: precisamos mudar e mudar desde dentro. Mudar ao emudecer o barulho que o pecado produz em nós. Mas ao chegar ao fim deste tempo de Quaresma renovemos no nosso coração o desejo sincero de ver Jesus. Sim queremos ver Jesus e esse é o desejo que há de prevalecer sobre todos os outros. Ao pensar em Montfort no seu profundo anseio em ter comunhão com a Sabedoria divina que é o próprio Jesus, cultivemos também em nossa vida, de maneira especial nesta semana santa que já se aproxima o desejo de deixar o Amor de Jesus nos salvar. Renovemos a nossa fé na verdade que a Palavra de Deus nos comunica: Deus amou tanto o mundo que entregou seu Filho para que todo aquele que nele crer não morra mas tenha a vida eterna. (Jo 3, 16) Vivamos intensamente esse tempo de Graça confiando à Maria nossa necessidade de mudança.

 
Pe. Guilherme, SMM

 


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Evangelizadores com espírito

A primeira motivação para evangelizar é o amor que recebemos de Jesus, aquela experiência de sermos salvos por Ele, que nos impele a amá-lo cada vez mais. Um amor que não sentisse a necessidade de falar da pessoa amada, de apresentá-la. De torná-la conhecida, que amor seria? Se não sentimos o desejo intenso de comunicar Jesus, precisamos nos deter em oração para Lhe pedir que volte a cativar-nos. Precisamos implorar a cada dia, pedir a sua graça para que abra o nosso coração frio e sacuda a nossa vida tíbia e superficial. Colocados diante d´Ele com o coração aberto, deixando que Ele nos olhe, reconhecemos aquele olhar de amor que descobriu Natanael no dia em que Jesus Se fez presente e lhe disse: "Eu te vi, quando estavas debaixo da figueira!" (Jo 1, 48). Como é doce permanecer diante de um crucifixo ou de joelhos diante do Santíssimo Sacramento, e fazê-lo simplesmente para estar à frente de Seus olhos! Como nos faz bem deixar que Ele volte a tocar a nossa vida e nos envie para comunicar a sua vida nova! Sucede então que, em última análise, "o que nós vimos e ouvimos, isso anunciamos" (1Jo 1, 3). A melhor motivação para se decidir a comunicar o Evangelho é contemplá-lo com amor, e deter-se nas suas páginas e lê-lo com o coração. Se o abordamos dessa maneira, sua beleza deslumbra-nos, volta a nos cativar constantemente. Por isso é urgente recuperar o espírito contemplativo, que nos permita redescobrir, a cada dia, que somos depositários de um bem que humaniza e ajuda a levar uma vida nova. Não ha nada melhor para transmitir aos outros... Temos à disposição um tesouro de vida e de amor que não pode enganar, a mensagem que não pode manipular nem desiludir. É uma resposta que desce ao mais fundo do ser humano e pode sustentá-lo e elevá-lo. É a verdade que não passa de moda, porque é capaz de penetrar aonde nada mais pode chegar. A nossa tristeza infinita só se cura com um amor infinito.

 

Essa convicção, porém é sustentada com a experiência pessoal, constantemente renovada, de saborear a sua amizade e a sua mensagem...sabemos bem que a vida com Jesus se torna muita mais plena e, com Ele, é mais fácil encontrar o sentido para cada coisa. É por isso que evangelizamos. O verdadeiro missionário que nunca deixa de ser discípulo sabe que Jesus caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária... Independentemente do que nos convenha, interesse, aproveite ou não, para além dos estreitos limites dos nossos desejos, da nossa compreensão e das nossas motivações, evangelizamos para a maior glória do Pai, que nos ama.

 

 (Palavras do Papa Francisco, Evangelii Gaudium, nn. 264-267)


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Nova edição do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

 “Foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo e é também por ela que deve reinar no mundo”, assim começa um dos livros mais conhecidos escrito por São Luís Maria de Montfort, “O Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”.

O “Tratado”, foi escrito por São Luís por volta do ano 1712, mas ficou durante mais de um século perdido, escondido num baú, certamente como consequência dos tempos turbulentos da Revolução Francesa. Tudo isso fez com que se cumprisse uma profecia que São Luís escreveu no próprio “Tratado”: “Prevejo que muitos animais rugidores virão enraivecidos para rasgarem com os seus dentes diabólicos este pequeno escrito e aquele de quem o Espírito Santo se serviu para o escrever. Pelo menos sepultarão este livrinho nas trevas e no silêncio de um baú, a fim de que não seja publicado” (VD 114). Após ficar mais de um século escondido, o livro foi encontrado em 1842, por um padre Monfortino que estava em busca de materiais para seus sermões. A primeira publicação deu-se já em 1843, hoje o “Tratado” já foi traduzido em mais de 40 línguas e possui várias edições. Foi o livro de cabeceira do papa São João Paulo II, que inclusive escolheu como lema de seu pontificado "Totus Tuus" ("Todo Teu", Todo de Maria), uma frase presente no “Tratado”.

A novidade, é que acaba de ser publicada a nova edição brasileira do “Tratado”, essa que é a quinta edição publicada no Brasil pelos Missionários Monfortinos, é uma coedição entre as Edições Monfortinas e a Editora Cléofas.

O livro pode ser adquirido através do nosso site no link das Edições Monfortinas e também pelo site da Editora Cléofas. 

Nota do Regional Sul 1 da CNBB sobre ideologia de gênero na educação

Os bispos do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) reunidos em Aparecida (SP) para a 78ª. Assembleia dos Bispos, divulgaram nota sobre a ideologia de gênero na educação. Leia a nota abaixo.

NOTA DO REGIONAL SUL 1/CNBB SOBRE IDEOLOGIA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO

Aos Srs. Prefeitos, Presidentes e Vereadores dos Municípios, 

educadores e pais no Estado de São Paulo;

Nós, Bispos católicos do Estado de São Paulo (Regional Sul 1 da CNBB), no exercício de nossa missão de Pastores, queremos manifestar nosso apreço ao empenho dos Conselhos Municipais de Educação na elaboração dos Planos Municipais de Educação para o próximo decênio, a serem votados nas Câmaras Municipais. Destacamos nesses projetos, além da universalização do ensino, o empenho em colocar, como eixo orientador da educação, a inclusão social, para que uma geração nova de homens e mulheres possa se tornar construtora de uma sociedade onde todas as pessoas, grupos sociais e etnias sejam respeitados e possam participar e se beneficiar da produção dos bens materiais e culturais, numa nação cada vez mais próspera e justa. Consideramos, entretanto, oportuno e necessário esclarecer o que segue, no que se refere à ideologia de gênero, nos Planos Municipais de Educação:

A discussão dos Planos Municipais de Educação, deveria ser orientada pelo Plano Nacional de Educação (PNE), votado no Congresso Nacional e sancionado em 2014 pela Presidente da República, do qual já foram retiradas as expressões da ideologia de gênero.

Os projetos enviados aos Legislativos Municipais incluíram novamente, em suas propostas, a ideologia de gênero, como norteadora da educação, tanto como matéria de ensino, como em outras práticas destinadas a relativizar a natural diferença sexual.

A ideologia de gênero, com que se procura justificar esta “revolução cultural”, pretende que a identidade sexual seja uma construção exclusivamente cultural e subjetiva e que, consequentemente, haja outras formas igualmente legítimas de manifestação da sexualidade, devendo todas integrar o processo educacional com o objetivo de combater a discriminação das pessoas em razão de sua orientação sexual.

A ideologia de gênero subverte o conceito de família, que tem seu fundamento na união estável entre homem e mulher, ensinando que a união homossexual é igualmente núcleo fundante da instituição familiar.

As consequências da introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas contradiz frontalmente a configuração antropológica de família, transmitida há milênios em todas as culturas. Isso submeteria as crianças e jovens a um processo de esvaziamento de valores cultivados na família, fundamento insubstituível para a construção da sociedade.

Diante dessa grave ameaça aos valores da família, esperamos dos governantes do Legislativo e Executivo uma tomada de posição que garanta para as novas gerações uma escola que promova a família, tal como a entendem a Constituição Federal (artigo 226) e a tradição cristã, que moldou a cultura brasileira.

Pedimos ainda que seja cumprido o que dispôs o Conselho Nacional de Educação, através da Câmara de Educação Básica, que, dispõe que o ensino religioso integra a base nacional comum da Educação Básica (na resolução número 4, de 13/07/2010, em seu artigo 14, § 1, letra F).

Seja, pois, incluído nos Planos Municipais de Educação o ensino religioso, em sintonia com a confissão religiosa da família, que tem filhos na escola.

Queremos também solidarizar-nos com todos os que sofrem discriminação na sociedade. Que as escolas ofereçam uma educação que valorize a família e a prática das virtudes, acolhendo bem a todos, seja qual for a orientação sexual.

Deus abençoe a todos que trabalham na educação das crianças, adolescentes e jovens.

 

Aparecida, 11 de junho de 2015.

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

 Dom Moacir Silva
Vice-Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

 Dom Tarcísio Scaramussa
Secretário do Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

Fonte: CNBB - Regional Sul 1

 


 VÍDEO: Você sabe o que é a Ideologia de Gênero?

O Amor da Sabedoria Eterna

Conheça a Obra-Prima de São Luís de Montfort. É neste livro que se encontra realmente a Espiritualidade Monfortina em sua essência. É a primeira edição lançada no Brasil, o que torna esta obra realmente nova para tantos corações que anseiam pela espiritualidade vivida, testemunhada e seguida por São Luís de Montfort. Para adquirir o livro "O Amor da Sabedoria Eterna" e também as outras obras das Edições Monfortinas, entre em contato com o Centro de Difusão da Espiritualidade Monfortina, através do telefone: (31)3851-2296 ou pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Os livros são enviados via correio, e o pagamento deve ser feito via depósito bancário.

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Sínodo dos Bispos sobre a Família

De 5 a 19 de outubro deste ano, a Igreja Católica realiza a 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos. O tema em discussão será “Os desafios Pastorais da Família no contexto da evangelização”.

Mas o que é o Sínodo? A palavra “sínodo” vem de duas palavras gregas: “syn”, que significa “juntos”, e “hodos”, que significa “estrada ou caminho”. Logo, o Sínodo dos Bispos pode ser definido como uma reunião do episcopado da Igreja Católica com o Papa para discutir algum assunto em especial, auxiliando o Santo Padre no governo da Igreja.

O Sínodo dos Bispos foi instituído pelo Papa Paulo VI  com o Motu proprio “Apostolica sollicitudo”, de 15 de setembro de 1965. Desde então, foram realizadas 25 Assembleias Sinodais. Segundo definição do próprio Pontífice, no Angelus de 22 de setembro de 1974, o Sínodo dos Bispos:

“É uma instituição eclesiástica, que nós, interrogando os sinais dos tempos, e ainda mais procurando interpretar em profundidade os desígnios divinos e a constituição da Igreja Católica, estabelecemos, após o Concílio Vaticano II, para favorecer a união e a colaboração dos bispos de todo o mundo com essa Sé Apostólica, através de um estudo comum das condições da Igreja e a solução concorde das questões relativas à sua missão. Não é um Concílio, não é um Parlamento, mas um Sínodo de particular natureza”.

Metodologia que pauta os trabalhos do Sínodo: é baseada na colegialidade, um conceito que caracteriza cada fase do processo sinodal, desde a preparação até as conclusões das Assembleias. Os trabalhos alternam análises e sínteses, com uma dinâmica que permite a verificação dos resultados e o exame de novas propostas. “Cada fase desse processo se desenvolve em um clima de comunhão colegial”, informa a Santa Sé em seu site oficial.

Tema e instrumento de trabalho: Quem escolhe o tema do Sínodo é o Papa, após um estudo elaborado pelo Conselho da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, que avalia as sugestões recebidas. Com o tema definido, prepara-se a “Lineamenta”, documento que apresenta as linhas principais do tema do Sínodo e, após a aprovação do Papa, é enviado ao episcopado. Após um estudo, os bispos enviam uma relação sobre essa Lineamenta para a Secretaria Geral. Só então é redigido o “Instrumentum laboris”, documento que é ponto de referência durante a Assembleia sinodal.

Tipos de Assembleia: Com relação às Assembleias, há aquelas que são ordinárias e as que são extraordinárias. As primeiras são realizadas a cada quatro anos e, as segundas, o Papa convoca a qualquer tempo.

Há também as Assembleias Especiais, realizadas nos continentes. Exemplos: Assembleia Especial para a África, realizada em 2009, e a Assembleia Especial para o Oriente Médio, realizada em 2010. Das 25 Assembleias realizadas até hoje, 10 foram especiais.

Após o Sínodo: O Papa emite um documento chamado Exortação Apostólica, no qual resume e aprova as principais conclusões dos bispos durante as reuniões.

Reze a Consagração a Nossa Senhora Aparecida

Ó Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.

Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.

Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte.

Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.

Assim seja!