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Ordenação

Linda, festiva e emocionante celebração de ordenação dos Padres Alexandre e Guilherme na Paróquia São Luís Maria de Montfort - João Monlevade - MG

VI Encontro Latino Americano de Espiritualidade Monfortina


Com Montfort e com Maria, renova teu Batismo cada dia!!!

Um Momento especial na vivencia da nossa espiritualidade!

Aconteceu entre os dias 22 ao 29 de junho de 2014, na cidade de Pasaje (Equador) o VI Encontro Latino Aemricano de Espiritualidade Monfortina. Este é um encontro que ocorre a cada 3 ou 4 anos. Nos reunimos, religiosos e leigos de distintos países para partilhar e aprofundar a espiritualidade que nos deixou são Luís de Montfort. Foi uma experiência única, de muita fraternidade, alegria e comunhão.

 


Mensagem do Superior Geral

Descrição: http://monfortinos.com/sitenovo/images/peluizinho.jpg

“Monfortinos em caminho: peregrinos sem fronteiras...”

Estimados amigos e amigas, iniciamos 2017 com os olhos postos em Jesus Cristo, o Senhor. Nele depositamos nossa vida e nossa esperança. Ele é o fim último de todas as nossas devoções. É o fim último da devoção que tributamos à Virgem Maria: “Ele é o nosso único Mestre que nos deve ensinar, o único Senhor de quem devemos depender, o único Chefe a quem nos devemos unir, o único Modelo ao qual nos devemos assemelhar, o único Médico que nos há de curar, o único Pastor que nos deve alimentar, o Caminho único que nos deve conduzir, a única Verdade em que devemos crer, a única Vida que nos deve animar, o único Tudo, que nos deve bastar em todas as coisas. Não nos foi dado, debaixo do Céu, outro Nome pelo qual devamos ser salvos, senão o Nome de Jesus.” (VD, 61).

Baseado nesta verdade, São Luis Maria Grignion de Montfort nos convida a realizar um caminho de vida cristã que seja mais radical e que supere o modo de agir da maioria dos cristãos. Através dos seus escritos nos ajudará a rezar melhor, a conhecer o plano de amor da Santíssima Trindade, a conhecer a Virgem Maria e seu papel no plano de salvação, a ver no rosto dos nossos irmãos, especialmente dos pobres e dos excluídos, o rosto de Jesus Cristo e abrir-lhe as portas do nosso coração.

A espiritualidade monfortina nos conduz a Cristo e nos conduz aos irmãos; nos tira da rotina e do comodismo e nos põe na estrada da vida como missionários e missionárias, peregrinos sem fronteiras com a finalidade de levar a boa noticia de Jesus Cristo a todo ser humano. Quem descobre o valor dos compromissos batismais e os assume ao estilo de São Luis de Montfort se consagra, se doa, se deixa consumir pelo amor que supera todo medo.

O ano 2017 é para os Missionários Monfortinos, religiosos e leigos, como o é para toda a  Igreja, um ano Mariano e Missionário. No mês de maio se realizará o Capítulo Geral dos Monfortinos em Roma. Reunião na qual se indicam os rumos da missão da Congregação para os próximos oito anos e na qual se elege o novo Superior Geral que nos ajudará trilhar os caminhos da consagração e da missão no mundo de hoje. O lema escolhido para o Capítulo Geral é “Monfortinos em caminho: peregrinos sem fronteiras” Contamos com as suas orações pelo êxito do Capítulo, para que o Espírito Santo nos ilumine e a Virgem Maria nos cubra com o seu carinho materno. Unidos na oração.

 

Pe. Luiz Augusto Stefani, smm (Pe. Luizinho)

Superior Geral

 

 

 

Lançamento

Ir. Marcel Chapeleau, SG, com uma linguagem atual e simples e uma meditação profunda nos ajuda a viver o caminho de preparação para a Consagração que nos propõe São Luis de Montfort.

Valioso para quem quer se consagrar a Jesus por Maria e também para renovar a própria consagração.

Entre em contato conosco e adquira! 

Momento de espiritualidade

Dedicação da Basílica de Santa Maria

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Associação Maria Rainha dos Corações

 

 

No tempo de Montfort, os fiéis se organizavam em confrarias, adaptadas a diferentes categorias de pessoas: a associação de Moças, a de são Miguel para os soldados, a própria confraria do Rosário que são Luís muito estimava. Ele insistiu muito na dimensão comunitária da ação apostólica. Todos os consagrados a Jesus por Maria são convidados a reunir-se ao aconchego do manto de Nossa Senhora, de acordo com seu estado de vida e possibilidades, para, dirigidos por Ela, se comprometer no serviço da missão confiada à Igreja. Muito movimentos, grupos, inclusive institutos, adotaram o caminho experimentado por são Luís de Montfort para chegar a Cristo por Maria.

O santo missionário desejava também que os que fizessem a consagração pesssoal a Jesus por Maria pudessem encontrar uma confraria na qual pudessem inscrever-se para vivê-la: "Aqueles que quiserem entrar nesta devoção particular, não erigida ainda como confraria, embora isso fosse desejável..." (VD 227). Este desejo do santo foi realizado e os que fazem a consagração podem ingressar na Associação Monfortina de Maria Rainha dos Corações.

Em 1889, em Otawa, Canadá, nasceu, com o título de Confraria de Maria Rainha dos Corações, a associação desejada por Montfort. São Luís gostava muito do título de Maria Rainha dos Corações, que expressa com clareza o caráter voluntário e amoroso da relação que se estabelece entre Maria e os consagrados a Ela , e por Ela, a seu Filho. A confraria se multiplicou rapidamente na França, em numerosos países da Europa e América, e em alguns países da Ásia e África. No dia 28 de abril de 1913, um decreto do Papa Pio X conferia à filial da Confraria em Roma o título de Arqueconfraria e a ela, a partir desta data, deveriam vincular-se todas as demais. O Papa Pio X quis registrar-se nesta Associação, animando assim o seu desenvolvimento

Em 1965, existiam no mundo uns 140 centros, alguns dos quais contavam com milhares de membros.

No ano de 2001, o dom da Indulgência Plenária, foi concedido à perpetuidade por sua Santidade o Papa João Paulo II, conforme as condições habituais (Confissão sacramental, Comunhão Eucarística e Oração pelas intenções do Sumo Pontífice) e o prescrito nos Estatutos.

Qual era a finalidade da Confraria?

Segundo os próprios estatutos, a confraria tem por fim estabelecer o reinado de Maria em nossas almas para fazer reinar mais perfeitamente nelas a Jesus Cristo". O requisito para fazer parte dela era a consagração, e, enquanto fosse possível, conforme a fórmula proposta pelo padre de Montfort. Recomendava-se que esta fórmula fosse renovada todos os dias e, igualmente, que se esforçasse em vivê-la em total dependência de Maria.

O fato de pertencer à Associação não impõe nenhum apostolado específico, a não ser de viver e propagar, pelo exemplo e pela palavra, o Reino de Jesus por Maria, na condição em que Deus o tenha colocado, no seu próprio estado de vida. Deste modo se  favorece a propagação da espiritualidade monfortina em todos os meios e esferas da vida humana, na família na Igreja, na sociedade.

Quem, depois da formação e preparação necessárias, fizer sua consagração a Jesus Cristo, Sabedoria eterna e encarnada, por meio de Maria, segundo a fórmula de são Luís Maria de Montfort, poderá ser membro da Associação. A incorporação se faz, após a petição motivada do candidato e a aceitação por parte do diretor, pela inscrição no registro da Associação (Estatutos, Art. 9).

Você, que já se consagrou a Jesus por Maria segundo o método de são Luís de Montfort e deseja fazer parte da Associação Maria Rainha dos corações, envie-nos um email ou carta contando algo de sua experiência como consagrado/a e sua motivação para:

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Missionários Monfortinos

caixa postal 52

CEP 35930-970   João Monlevade-MG

 

Para mais informações adquira os Estatutos da Associação Maria Rainha dos Corações.

Sites Internacionais

http://www.montfortian.info/ - Casa Geral Roma

http://www.monfortianos.org/ - Monfortinos no Peru

http://www.montfortianos.org/ - Monfortinos na Colômbia

Partilha Missionária

Agir por Maria, com Maria, em Maria e para Maria na missão

Leia a quarta e última parte do artigo

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No sopro da fé!!!

 

No dia 24 de novembro de 2013, solenidade de Cristo Rei, encerrou-se o ANO DA FÉ, convocado pelo agora papa emérito, Bento XVI. Este foi um tempo oportuno, a fim de que redescubríssemos com maior profundidade que o fundamento da fé é o encontro pessoal com Jesus: o melhor presente que pode receber uma pessoa, como diz o documento de Aparecida (DA 32). Este evento também, ao celebrar os 50 anos do concilio Vaticano II, que marcou definitivamente a vida da Igreja, nos convida a adentrar na riqueza de sua mensagem. 

Ao pensar em Maria como Mulher de fé é muito importante, por exemplo, a meditação especialmente do capítulo 8 da Lumen Gentium: documento do concilio sobre a Igreja. De igual maneira o ano da fé é um momento oportuno para meditar y aprofundar no conhecimento e na relação filial com Maria mulher de fé.

Maria é nossa companheira nesse peregrinar da fé. Ela também peregrinou na fé (LG 58). A experiência da fé perpassa toda a existência humana e existem, por assim dizer, diversos tipos de fé. E como é a fé de Maria?

Existe, primeiramente, uma fé que poderíamos chamar de fé humana. É uma atitude básica sem a qual a vida é praticamente impossível. Comemos o pão sem saber ao certo de onde veio... tomamos um taxi sem conhecer quem nos leva... entramos em um avião sem sequer muitas vezes ver o rosto de quem o pilota... e assim outros tantos exemplos que atestam que no dia a dia o tempo todo a vida nos pede uma atitude de fé.

Ademais, pode existir uma fé interesseira com a que cremos em função do que queremos. Alcançada a meta, ou perdida a esperança, desaparece a fé... Uma fé que sobrevive da satisfação do nosso desejo e da sua utilidade para consegui-lo.

Tem também um jeito de ter fé que coloca o nosso entendimento como critério e medida de tudo, que exige provas, respostas: o que entendo, vejo, abarco, explico; creio. Se não, não! A fé fica assim dependente do que a gente pode compreender. Dizia santo Agostinho sobre nossa fé em Deus: Quando o compreendas totalmente e consigas encerrá-lo no seu entendimento, é que não era Ele....

E existe a fé que é CONFIANÇA! A fé que nasce da relação. Essa fé que nos faz dizer, como são Paulo: Sei em quem pus minha confiança (2 Tm 1, 12). Uma fé que não é motivada nem pela necessidade de viver no dia a dia, nem por aquilo que ambicionamos conquistar, nem por que enfim conseguimos entender; senão, e sobretudo, uma fé que é motivada pelo amor. O amor, que por sua própria natureza é divino, desinteressado e incompreensível como diz o grande teólogo Von Baltasar, mas que quando se manifesta é impossível não compreender que é ele. Assim é a fé de Maria: uma fé motivada pelo amor! 

A fé-confiança que impregnou toda sua vida, nos momentos felizes e também nos momentos de dor: na alegria das bodas de Caná (Jo 2, 1-12) e aos pés da cruz (Jo 19, 25-27). Uma fé que, como diz são Luís Maria de Montfort, é viva, firme, penetrante e intrépida. E que podemos participar pela vivência da consagração total a Jesus por Maria que ele nos propõe (VD 214). 

Como o discípulo amado, acolhamos a Maria na nossa vida (Jo 19, 27) e peçamos com humildade que nos acompanhe no peregrinar da fé, e nos ajude a ter fé como ela, que foi proclamada feliz por ter acreditado! (Lc 1 45) E como ela DEIXAR-NOS LEVAR PELO SOPRO DA FÉ!

 

 Ir. Guilherme smm

 

 


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