Associação Maria Rainha dos Corações

 

 

No tempo de Montfort, os fiéis se organizavam em confrarias, adaptadas a diferentes categorias de pessoas: a associação de Moças, a de são Miguel para os soldados, a própria confraria do Rosário que são Luís muito estimava. Ele insistiu muito na dimensão comunitária da ação apostólica. Todos os consagrados a Jesus por Maria são convidados a reunir-se ao aconchego do manto de Nossa Senhora, de acordo com seu estado de vida e possibilidades, para, dirigidos por Ela, se comprometer no serviço da missão confiada à Igreja. Muito movimentos, grupos, inclusive institutos, adotaram o caminho experimentado por são Luís de Montfort para chegar a Cristo por Maria.

O santo missionário desejava também que os que fizessem a consagração pesssoal a Jesus por Maria pudessem encontrar uma confraria na qual pudessem inscrever-se para vivê-la: "Aqueles que quiserem entrar nesta devoção particular, não erigida ainda como confraria, embora isso fosse desejável..." (VD 227). Este desejo do santo foi realizado e os que fazem a consagração podem ingressar na Associação Monfortina de Maria Rainha dos Corações.

Em 1889, em Otawa, Canadá, nasceu, com o título de Confraria de Maria Rainha dos Corações, a associação desejada por Montfort. São Luís gostava muito do título de Maria Rainha dos Corações, que expressa com clareza o caráter voluntário e amoroso da relação que se estabelece entre Maria e os consagrados a Ela , e por Ela, a seu Filho. A confraria se multiplicou rapidamente na França, em numerosos países da Europa e América, e em alguns países da Ásia e África. No dia 28 de abril de 1913, um decreto do Papa Pio X conferia à filial da Confraria em Roma o título de Arqueconfraria e a ela, a partir desta data, deveriam vincular-se todas as demais. O Papa Pio X quis registrar-se nesta Associação, animando assim o seu desenvolvimento

Em 1965, existiam no mundo uns 140 centros, alguns dos quais contavam com milhares de membros.

No ano de 2001, o dom da Indulgência Plenária, foi concedido à perpetuidade por sua Santidade o Papa João Paulo II, conforme as condições habituais (Confissão sacramental, Comunhão Eucarística e Oração pelas intenções do Sumo Pontífice) e o prescrito nos Estatutos.

Qual era a finalidade da Confraria?

Segundo os próprios estatutos, a confraria tem por fim estabelecer o reinado de Maria em nossas almas para fazer reinar mais perfeitamente nelas a Jesus Cristo". O requisito para fazer parte dela era a consagração, e, enquanto fosse possível, conforme a fórmula proposta pelo padre de Montfort. Recomendava-se que esta fórmula fosse renovada todos os dias e, igualmente, que se esforçasse em vivê-la em total dependência de Maria.

O fato de pertencer à Associação não impõe nenhum apostolado específico, a não ser de viver e propagar, pelo exemplo e pela palavra, o Reino de Jesus por Maria, na condição em que Deus o tenha colocado, no seu próprio estado de vida. Deste modo se  favorece a propagação da espiritualidade monfortina em todos os meios e esferas da vida humana, na família na Igreja, na sociedade.

Quem, depois da formação e preparação necessárias, fizer sua consagração a Jesus Cristo, Sabedoria eterna e encarnada, por meio de Maria, segundo a fórmula de são Luís Maria de Montfort, poderá ser membro da Associação. A incorporação se faz, após a petição motivada do candidato e a aceitação por parte do diretor, pela inscrição no registro da Associação (Estatutos, Art. 9).

Você, que já se consagrou a Jesus por Maria segundo o método de são Luís de Montfort e deseja fazer parte da Associação Maria Rainha dos corações, envie-nos um email ou carta contando algo de sua experiência como consagrado/a e sua motivação para:

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Missionários Monfortinos

caixa postal 52

CEP 35930-970   João Monlevade-MG

 

Para mais informações adquira os Estatutos da Associação Maria Rainha dos Corações.